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União Europeia

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Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

 

 


 

.Departamento de Geologia

da Faculdade de Ciências de Lisboa

 

 

Faculdade de Ciências de Lisboa (FCUL)

 

 

Universidade de Lisboa

 


  

Carlos Marques da Silva

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Contacto correio electrónico / e-mail:

paleo.carlos @ fc.ul.pt


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Paleontologia no GeoFCUL


Divulgação da Paleontologia


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Índice / Introdução

 

O que é um paleontólogo?

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Fósseis em Almada

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4 - Fósseis de corais

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5 - Ameaças à geodiversidade

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6 - Fósseis de rudistas caprinídeos

 


 

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Enquadramento da actividade:

Geologia no Verão 2008 (Julho - Setembro de 2008)

 

Dinamização:

Departamento de Geologia da FCUL

 

Coordenadores científicos:

Carlos Marques da Silva e Mário Cachão

paleo.carlos(at)fc.ul.pt                     mcachao(at)fc.ul.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Descrição da actividade:

 

Aventura de descoberta geológica com navegação por Global Positioning System - GPS - seguindo o figurino geocache virtual ou earthcache.

 

Através de um conjunto de coordenadas geográficas cada participante construirá um percurso autónomo de descoberta e observação de locais de interesse geológico e paleontológico, nomeadamente jazidas jurássicas e cretácicas de pegadas de dinossáurio e outras ocorrências de icnofósseis, na região Cabo Espichel (Serra da Arrábida).

 

A interacção entre participantes e organização será realizada através desta página Web. Aqui serão disponibilizadas a listagem de coordenadas dos locais a descobrir e informação básica para a interpretação das ocorrências paleontológicas a descobrir, assim como o contacto e-mail do coodenador, para onde deverão ser enviadas as fotos obtidas pelos participantes para validação da descoberta.

 

Como participar:

 

Generalidades: A actividade está aberta a  todos os interessados. Para participar é necessário ter acesso a equipamento GPS. Mediante a realização de uma pequena tarefa (prova  de descoberta), os intervenientes  na actividade receberão, posteriormente, informação adicional relativa às áreas visitadas.

 

Qual é a "prova de descoberta"?

Esta actividade assume-se como um "virtual cache" geológico ou "earthcache" e obedece às suas regras gerais. As coordenadas fornecidas indicam não um "tesouro" escondido real, não um livro de registo ou algo similar, mas sim um local de interesse geológico e paleontológico a descobrir. Neste caso, a validação da descoberta - que permitirá ao/à geocacher creditá-la no seu registo pessoal - é realizada mediante uma "prova de descoberta". Para validar a descoberta basta enviar um e-mail aos coordenadores deste "virtual cache", contendo o nome, endereço postal, data da descoberta e foto digital do/da participante junto ao objecto geológico a descobrir, com o GPS na mão.

 

 

Como receber o prémio de participação:

 

Como resposta, os coordenadores validarão a descoberta e, na volta do correio postal (snail mail), enviarão informação adicional (artigos científicos ou materiais de divulgação científica) relativa aos locais visitados de modo a permitir ao/à geocacher aprofundar os seus conhecimentos sobre aquela ocorrência geológica e planificar novas visitas. Será enviada, também, uma pequena lembrança - um prémio de participação! - alusiva a esta actividade da Geologia no Verão 2008.

 

 

Coordenadas:

 

Para obter as coordenadas dos locais a descobrir basta procurar nesta página e nas seguintes os marcadores:

 

 

e clicar sobre eles. O link respectivo levará à página com informação geral sobre o local e as respectivas coordenadas geográficas.

 

Muito importante! Participar neste earthcache implica compreender o valor fundamental da geodiversidade e assumir uma atitude activa de respeito pela Natureza e de conservação do Património Geológico e Paleontológico que promova a preservação e a valorização dos locais a descobrir.

 

Itinerário:

 

A definir pelos participantes, com a ajuda de equipamento GPS, com base em coordenadas geográficas fornecidas pelos coordenadores.

 

Indicações especiais:

 

Para participar é necessário GPS. Para as saídas de campo, levar água, chapéu e calçado confortável, adequado a caminhadas ao ar livre, em terreno irregular. Importante, ver,  mais abaixo,  o ponto  Geologia e Geodiversidade.

 

Atenção! Os pontos a visitar, não sendo de difícil acesso, são locais onde é necessário tomar as precauções adequadas a percursos de campo em terreno acidentado. Alguns destes locais estão associados a declives acentuados e a arribas litorais. Não se deve subir ou descer a locais de difícil acesso que possam colocar em perigo a integridade física dos participantes na actividade!

 

Datas de realização:

 

No âmbito da Geologia no Verão 2007, de 15 de Julho a 15 de Setembro.

 

Geologia e Geodiversidade:

 

A Geologia é a ciência que estuda o Planeta Terra, os materiais que o constituem, a sua estrutura e dinâmica interna, os processos que modelam a sua superfície, a sua história, a sua evolução, etc., etc.

 

Quando olhamos o mundo físico que nos rodeia, sobre o qual caminhamos, no campo ou na cidade, aquilo de que imediatamente nos apercebemos é da enorme variedade de elementos geológicos que o constituem: as rochas e os minerais, os fósseis, os vales e as montanhas, os estratos sedimentares e os vulcões, as arribas litorais, as dunas, o petróleo e o carvão... a geodiversidade!

 

Tal como com a biodiversidade, a geodiversidade - e não apenas os locais classificados e expressamente protegidos - é o valor máximo a proteger no que toca à Geologia. Só o respeito pela geodiversidade poderá assegurar  a gestão equilibrada dos recursos geológicos (por exemplo: carvão, petróleo, areia para construção), a utilização racional dos recursos geo-hídricos (por exemplo: águas subterrâneas), a protecção eficaz nos ambientes naturais - em paralelo com o respeito pela biodiversidade - para usufruto e bem-estar de todos, etc., etc.

 

A participação na actividade "GPS_Geologia por Satélite" pressupõe que se compreende o valor fundamental da geodiversidade e o imperativo ético, moral, e até económico de a proteger. Participar na "Geologia por Satélite" implica respeitar a Natureza, cuidar e proteger os geolocais a visitar. Implica, conscientemente, evitar comportamentos passíveis de danificar os locais a visitar e não recolher fósseis ou outros materiais geológicos, que possam levar à destruição e/ou ao empobrecendo das jazidas. Apela-se aos/às participantes para divulgarem activamente esta atitude de geoconservação, de respeito pela Natureza, e, desse modo, contribuirem para a preservação destes locais para  usufruto de todos e para a sua conservação para as gerações futuras.

 

Locais e temas a descobrir:

 

Há tesouros em locais insuspeitos.

 

Quem diria que na escombreira de uma pedreira, junto a uma serração de pedra, havia pegadas de dinossáurios? Pois é, aqui há!

 

Dinossáurios e crenças populares.

 

Há locais mágicos, onde em tempos que se perdem nas brumas da memória a natureza se fundiu com a imaginação popular, originando lendas e mitos que ainda perduram. Geomitologia! Este é um deles!

 

Por aqui passaram gigantes!

 

Os saurópodes contam-se entre os maiores animais terrestres que jamais caminharam sobre a Terra. E deixaram marcas! Aqui, com as devidas precauções!, os fósseis das suas pegadas poderão ser observados de perto.

 

Lá no alto há pegadas de dinossáurio!

 

Os terópodes, os dinossáurios carnívoros, produziam pegadas tridáctilas, isto é, com a marca de apenas três dedos. Neste local poderá observá-las.

 

Onde o mar começava e a terra acabava.

 

Quando o mar bate nas rochas quem sofre as consequências são os mexilhões... Há milhões de anos já era assim! Descubra um antigo litoral rochoso miocénico, com cerca de 18 milhões de anos de idade, talhado numa laje calcária de idade cretácica muito mais antiga, marcado pelos icnofósseis dos organismos que o habitaram.


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 Carlos Marques da Silva - Lisboa, 15 de Julho de 2007

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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